terça-feira, 31 de dezembro de 2024

Feliz 2025 da Ação Cultural vem com a arte do ateliê 15, do clube da esquina, do Zé Vicente e de Carlos Pronzato com o sonho socialista libertário da colônia Cecilia.

 


Aqui, trata-se da Esperança de esperançar e não de esperar. Esperançar como desejo e ação.

Clube da Esquina Nº 2


Babi Fonteles, Zé Vicente - Meu canto, minha arma





P.S: adicionado em 31/12  - às 13h25

Uma amiga no Instagram que perdeu a esperança, nos propõe dizer onde é possível encontrá-la. Lembrei da bela canção do Zé Keti com a também bela  releitura da Fernanda Takai, a resposta foi essa, nunca esperei trazer esta canção como fonte de esperança. Mas também é.. Penso que a arte mesmo quando não é "política", tem esse potencial...

ZdO



segunda-feira, 30 de dezembro de 2024

Como os parlamentares de Sergipe investiram em cultura no ano 2024. Quanta busca pra nenhuma resposta....Mas o blog da cultura é insistente.....

 

Caso concorde,  passe lá no perfil do senador Rogério Carvalho no Instagram, curta e/ou comente a mensagem abaixo.

https://www.instagram.com/p/DEGX1s0ycaB/ 

Parabéns Senador! Mas não se esqueça de fortalecer a organização institucional e a formação empreendedora cidadã e cultural de coletivos e entidades de base comunitária, A saudosa professora e vereadora Ângela Melo fez isso por meio de emenda impositiva, na verdade começou, conforme mostra o link do blog da cultura abaixo. Importante buscar inspiração em iniciativas democraticamente inovadoras como essa, porque o neoliberalismo que é a antessala do antifascismo tá vindo com tudo para nos destruir e destruir o planeta. Como tem alertado grandes sábios de nosso tempo, como o Papa Francisco.

É de interesse público relevante para quem sabe do que mais importa para encararmos com maturidade o desafio do enfrentamento a guerra cultural da extrema direita, antecedido pelo estrago do neoliberalismo que preparou o terreno para a devastação e predação que estamos vivendo.. Para entender em detalhes a nossa proposta, leia o artigo no blog da cultura cujo link encontra-se abaixo.

domingo, 12 de maio de 2024

Centro Dom José Brandão de Castro realiza oficina de formação e qualificação cultural para agentes que atuam em/com comunidades periféricas de Aracaju.



O subtítulo da manchete é inspirado em um verso da canção abaixo:





Fábio faz balanço de 2024 e destaca “avanços em todas as áreas do governo”

 


Quanto mais gente perguntar e sugerir melhor? A pergunta acima foi enviado ao programa do Narcizo Machado que foi ao ar no inicio da manhã de hoje (30/12/2024) na Rádio Fan FM. Vale para os cidadãos em geral, lideranças da sociedade civil, imprensa, parlamentares e etc... 

Bom dia Narcizo, bom dia ouvintes, bom dia governador.

A pergunta se refere à questão cultural e eu queria saber o seguinte:

1 - Sobre a primeira questão, a reforma do auditório Lourival Baptista, quando acontecerá? Já que o governador prometeu, inclusive, no ato de reforma do Conservatório de Música.

2 - A segunda é a questão do Museu Histórico de São Cristóvão também, quando reabrirá? Já são dois anos que o governador assumiu e com o Festival de Arte acontecendo nestes dois anos, e o Museu Histórico é uma das principais atrações, vamos dizer assim, um dos principais lugares de visita, não apenas para o Festival de Arte, mas também para os turistas que visitam a cidade, para estudantes, enfim.

3 – Sobre  a questão da Lei de cultura Aldir Blanc ,  para que não repita os mesmos problemas da gestão da Lei  Paulo Gustavo, que o governador contrate uma equipe exclusiva para cuidar da questão da lei, uma equipe enxuta e qualificada.

Valeu! Obrigado!

A resposta do governador está nos minutos 44:57 a 46:30

Para participar do programa Jornal da FAN  (79) 99952-5714  

domingo, 13 de outubro de 2024

domingo, 29 de dezembro de 2024

Arte e cultura fazem bem a saúde e o bem-estar, diz estudo

 Ir a um evento artístico ou participar de uma atividade cultural pode ajudar a aliviar a dor, a fragilidade, a depressão e a dependência de medicamentos

Por O GLOBO — São Paulo - 28/12/2024   Atualizado há um dia

Arte e Cultura Beneficiam a Saúde Pública

Estudo revela que arte e cultura beneficiam a saúde e bem-estar, aliviando dor, depressão e reduzindo dependência de medicamentos. Participar de eventos culturais traz vantagens tangíveis, como melhoria na qualidade de vida e redução do declínio físico relacionado à idade. Investimento nas artes é crucial para a saúde pública e economia.

Consumir cultura é bom para a saúde e o bem-estar. Esta é a conclusão de uma grande investigação, realizada pela Frontier Econimics e o Centro Colaborador para Artes e Saúde da Organização Mundial da Saúde, sediado na Universidade College London, para quantificar o impacto que as artes e a cultura podem ter na saúde física e mental e o valor monetário das vantagens que trazem, segundo informações do The Guardian.

De acordo com o estudo, ir a um evento artístico ou participar de uma atividade cultural, mesmo que apenas ocasionalmente, como a cada poucos meses, confere uma série de benefícios “significativos” que podem incluir o alívio da dor, fragilidade, depressão e dependência de medicamentos.

“O envolvimento com a arte performática, como peças de teatro, musicais e balé, e particularmente a participação na música, está ligado à redução da depressão e da dor e à melhoria da qualidade de vida”, disse Matthew Bell, da Frontier Economics, coautor do estudo, ao The Guardian.

De acordo com a professora Daisy Fancourt, diretora do centro da OMS e também coautora da pesquisa, os resultados mostraram que “o envolvimento nas artes tem efeitos diversos e tangíveis na saúde, desde o apoio ao desenvolvimento cognitivo e a proteção contra o declínio cognitivo, até a redução dos sintomas de doença mental e melhorar o bem-estar, reduzindo a dor e o stress, através das mesmas vias neurológicas e fisiológicas ativadas pela medicação, reduzindo a solidão e mantendo o funcionamento físico, reduzindo assim a fragilidade e o declínio físico relacionado com a idade".

O relatório cita 13 grupos diferentes de pessoas – desde os jovens aos idosos – cuja saúde e bem-estar melhoraram quando frequentaram ou participaram de atividades artísticas. Por exemplo, pessoas com mais de 65 anos que tiveram aulas de desenho todas as semanas durante três meses no museu local, numa iniciativa chamada “Quinta-feira no museu”, criaram um dividendo financeiro de, em média, £1.310 cada (cerca de R$ 10 mil), por irem menos ao seu médico de família e sentirem-se melhor sobre suas vidas.

Da mesma forma, um estudo realizado com 3.333 jovens adultos com idades entre 18 e 28 anos concluiu que aqueles que participavam em atividades artísticas, musicais ou teatrais sentiam-se mais felizes e que, como resultado, as suas vidas tinham mais significado e valor.

A maior parte dos benefícios de £8 bilhões de libras para a sociedade que a Frontier calculou que a cultura e a arte proporcionam provém da melhoria da qualidade de vida das pessoas e a outra é da melhoria da produtividade no trabalho.

As conclusões “sugerem que não só o investimento adicional nas artes poderia ser valioso para os indivíduos e para o serviço de saúde como parte de uma agenda de saúde preventiva, mas também quaisquer cortes no financiamento ou fornecimento de artes devem ser considerados um risco para a saúde pública com ramificações económicas individuais e sociais”, acrescentou Fancourt, que também dirige o grupo de pesquisa biocomportamental social da UCL.


FRUTOS DA LEI PAULO GUSTAVO (2) Apesar de todos os percalços, temos a Lei Paulo Gustavo (LPG) e a Politica Nacional de Cultura Aldir Blanc (PNAB).


sábado, 28 de dezembro de 2024

Natal! Beleza do mito e histórias de sua construção. Por Lelê Teles e Juliana Cavalcanti

 

Gosto dos mitos, incluindo os da religião que professo, esse é um dos que mais gosto. E gosto quando é reinterpretado, quando é ressignificado, quando é recriado... Grato por esta pequena e grande crônica. Vai ficar junto ao poema do Fernando Pessoa e ao baile do menino Deus. Também recordo o pequeno texto da Maria Clara Machado que montei junto com adolescentes e outros jovens como eu na época, para os encontros de natal na sede da Associação dos Moradores do Bairro América (AMABA), em meados dos anos 1980.

Zezito de Oliveira

o baile do menino Deus aqui

Poema do Menino Deus de Fernando Pessoa AQUI

Sobre Maria Clara Machado aqui


Outros vídeos do canal sobre o Natal . AQUI



COMPADECEI-VOS DE NÓS, SENHORA! A bela crônica do historiador, escritor e deputado federal Chico Alencar (PSOL-RJ) sobre o Auto da Compadecida 2.

 

"O Auto da Compadecida 2" não é pra ser comparado com o 1, de 1/4 de século atrás.

É um drama/comédia que se explica por si mesmo: vozes céleres, como do povo no alarido da feira. Tristeza e alegria, realidade e fantasia no ritmo frenético de "uma gente que ri quando deve chorar". Ri várias vezes e chorei no final: cinema é pra isso!

Guel Arraes e Flávia Lacerda botaram o Brasil/Taperoá na telona, inspirados no paraibano cristão do mundo, mais Suassuna (1927-2014) que ariano, amante do jeito mestiço e criativo de sua gente.

Gente que tem "força, garra, gana sempre". E esperteza, "a coragem do pobre" - ensina Nossa Senhora Thaís Aparecida e Compadecida, juíza justa (existem!).

Esse "Auto" é um louvor à amizade: "amigo é coisa pra se guardar"...

João "Nachtergaele" Grilo e Chicó "Selton" são corda e caçamba, forró e samba, completude, parceria, geniais interpretações.

E tem o amor, esse intrometido, que desarranja o estabelecido: "como vai você/que já modificou a minha vida"...

E tem os politicões tão enganadores como dominantes, o coronel Ernani dono de gado e gente, e o Arlindo comerciante, malandro e tratante. Querem o poder não para servir, mas para se servir (já viu isso, né?).

O central está no final, no juízo final - que todos teremos e esperamos, com temor ou serenidade.

Deus e o diabo dentro de João Grilo, dentro de nós. Céu ou inferno, que o purgatório é insosso, sem graça, "neutro". 

Tudo que João não foi, com seu olhar vesgo, enviezado, amoroso. Que não dá bola pro julgamento dos outros, mas pro de Deus. Pudera, com a baita advogada que tinha...

João, amigo da morte por amar demais a vida. Caixão, enterro, e ressurreição, estrada prosseguida, com a cumplicidade do companheiro - o (e)terno abraço, o cisco nos olhos. Os dois lados da mesma viagem.

Quero viver isso, quero ver de novo o filme. Quero comparecer a um juízo onde a Medianeira se compadeça de mim. Quem não?

Imagens: Divulgação




sexta-feira, 27 de dezembro de 2024

CINECLUBE REALIDADE ENCERRA COM MUITA ALEGRIA PROGRAMAÇÃO 2024

Foi realizada na tarde/noite dessa quinta-feira, 26 de dezembro, em clima de fratelli tutti (todos irmãos) e de natal  a  segunda e última sessão do Cine Realidade 2024 no Lar de Idosos SAME.

O filme exibido foi o baile do menino Deus, baseado no espetáculo do mesmo nome, o qual é  apresentado desde 1983 até os dias de hoje na cidade do Recife com crescente  acolhida e repercussão.

Algumas senhoras residente no SAME ficaram bastante animadas e outras nem tanto, mas compreendemos tratar-se de características individuais  e de questões que tem a ver com o histórico de  vida.

O filme por trazer referências da cultura popular do nordeste, assim como o que é próprio de Pernambuco aciona  memórias afetivas, principalmente de quem viveu  no interior antes de vir residir no lar dos idosos.

A respeito da afirmação que trago acima constatei,  entre outras   reações de contentamento,  uma senhora que bateu palmas em alguns momentos do filme e que respondia “Ô de fora”  na hora em que os dois mateus  tentavam ser recebidos na casa onde encontravam-se José, Maria e Jesus para realizarem  o baile em homenagem ao menino Deus. E com esse intuíto os mateus gritavam  “Ô de casa”. 

Essa senhora me emocionou em dois momentos,  pelo agradecimento por proporcionarmos aquele momento e por dizer que se fosse na casa dela ,nos  ofereceria, a mim e a Maíra um delicioso bolo, além de doces e sucos. Já outra ao lado,  também me deixou muito feliz quando disse ser o melhor momento que ela teve este ano, e que eu poderia visitá-la na casa dela, onde ela nos ofereceria uma galinha gorda e ainda me propôs levar o violão. Na verdade foram duas senhoras que disseram sentir não poder me servir um bolo, sucos e doces.

A presença da Maíra foi muito importante por ser uma jovem mulher e pela atenção e cuidado que teve para com as residentes do Same presentes a sessão, relembrando no caso dela  a  experiência de cuidado que teve  com a avó, quando viveu com esta desde tenra idade até o início da juventude.

Percebi nas mais comunicativas uma força de fé e de gratidão, me agradecendo e me abençoando repetidas vezes.

Acerca da experiência que teve, Maíra escreveu: “Hoje a experiência foi muito gratificante pois o filme acessou a memória de algumas senhoras, que faz muito tempo  provavelmente não falam do lugar em que nasceram e de alguns momentos das suas vidas, acho que poder compartilhar lembranças de outros tempos e lugares com pessoas de fora,  faz bem a elas,  dentro do contexto atual em que vivem. 

Os personagens do filme com as danças, cantigas, brincadeiras, figurinos, instrumentos musicais  e etc., junto com a nossa presença,  trouxeram  um gostinho de casa e uma saudade também, pois como visitas dentro do lar que elas construíram,  seríamos tratados com mais atenção por elas, disseram as que se comunicavam mais”. 

Zezito de Oliveira - Editor do blog da cultura, educador e produtor cultural.

Maíra Ramos - Atua no ramo de clinica de saúde e estética, na produção de fotografia e audiovisual e é coordenadora geral da Ação Cultural. 

Todas as fotos nessa postagem é da autoria de Maíra Ramos


O Cine Realidade 2024 em clima de Fratelli Tutti e Laudato Si (Louvado Seja), duas enciclicas do Papa Francisco, realizou oito sessões, sendo seis sessões na Igreja São Pedro Pescador e duas sessões no Lar de Idosos Same, localizados no bairro Industrial.

O público do Cine Realidade na Igreja São Pedro Pescador é formado por uma maioria de adolescentes e jovens, já no Same, a quase  totalidade é formada por idosas, com exceção de um homem da mesma faixa de idade que  faz o papel de agente cultural parceiro  do cineclube e de outras atividades culturais realizadas no Same , sendo a pessoa que nos deu a ideia de ampliarmos as ações do Cine Realidade 

Papa Francisco e os idosos

“Assim hoje a Palavra de Deus é um apelo a vigilar para que, nas nossas vidas e famílias, não marginalizemos os mais velhos. Estejamos atentos para que as nossas cidades superlotadas não se tornem 'concentrados de solidão'. [...] Por favor, misturemo-nos, cresçamos juntos.”

A solidão e o descarte tornaram-se elementos frequentes no contexto em que estamos imersos. Têm múltiplas raízes: nalguns casos, são o resultado duma exclusão planejada, uma espécie de triste «conjura social»; noutros, trata-se infelizmente duma decisão própria; noutros ainda, suportam-se fingindo que se trata duma opção autónoma. Cada vez mais «perdemos o gosto da fraternidade» (Francisco, Carta enc. Fratelli tutti, 33) e sentimos dificuldade até para imaginar algo diferente.

"A amizade de uma pessoa idosa, sublinha Francisco na sua mensagem por ocasião do III Dia Mundial dos Avós e dos Idosos, "ajuda o jovem a não aplanar a vida no presente e a recordar que nem tudo depende de suas capacidades. Já para os idosos, a presença de um jovem abre a esperança de que o que eles viveram não seja perdido e que seus sonhos se tornem realidade".

"Palavras com as quais o Papa convida novas e velhas gerações a se aproximarem e que nos levam a refletir sobre as relações entre jovens e velhos", explica ao à Rádio Vaticana-Vatican News, Vittorio Scelzo do Departamento para idosos, crianças e pessoas com deficiência do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida.

O Dia Mundial dos Avós e Idosos deste ano nos chama a cultivar laços entre as diferentes gerações. Como é possível hoje aproximar os mais jovens e os menos jovens?

Há uma grande emergência de solidão dos idosos. O Papa Francisco delineou na Fratelli tutti a ideia de uma sociedade solidária, na qual os laços são fortes, laços de fraternidade. Por isso, é necessário e importante que também sejam forjados vínculos entre as gerações, que parecem seguir seu próprio caminho. Jovens desorientados - quanta desorientação vemos no mundo juvenil, principalmente depois da pandemia - e idosos abandonados. Em vez disso, existe a possibilidade de fazer com que jovens e idosos se encontrem e refaçam um tecido social de fraternidade.

Que frutos podem surgir do encontro entre jovens e idosos?

O fruto que pode surgir do encontro entre jovens e idosos é sobretudo o de uma sociedade menos desgastada. Então, especialmente para os jovens, acho que existe o problema de entender para que os idosos viveram, para que os idosos gastaram suas vidas. Neste momento, de modo particular, o tema da paz é urgente. Na Europa somos filhos de gerações que construíram a paz e existe uma correspondência terrível entre o desaparecimento de testemunhas de guerra na Europa e o ressurgimento da guerra no continente. Portanto, para os jovens é necessário testemunhar este sonho de paz que os idosos viveram, construíram e realizaram na Europa, porque o sonho de paz dos idosos europeus foi realizado e foi adiante por 80 anos; agora os jovens têm que pegar o bastão. O fruto para os idosos é vencer a solidão, porque não podemos aceitar a solidão dos idosos da forma que temos visto nos últimos anos.

Na sua mensagem para o terceiro Dia dos Avós e Idosos, o Papa explica que o projeto de amor de Deus abraça e une gerações. Em tudo isso, o que podem os jovens aprender com os idosos e vice-versa?

Deve-se aprender que o amor de Deus se estende de geração em geração. Se olharmos para o cenário mundial, se olharmos para o que está acontecendo, se olharmos para estes anos marcados pela pandemia, agora pelo ressurgimento da guerra, que o Papa chama de “guerra mundial fragmentada”, haveria motivos para desanimar. O fato de o amor de Deus se estender de geração em geração e, portanto, este o passar o bastão dos idosos aos jovens é a ideia de que a história é guiada por Deus e que Deus não abandona o mundo à sua sorte e que de alguma forma guia, protege os homens e que em todo o caso o destino do homem é protegido pelo amor de Deus, pela sua misericórdia que, temos a certeza, dará frutos.

Sobre o SAME

O SAME foi constituído sob a inspiração, orientação e cuidados da Arquidiocese de Aracaju, entidade da Igreja Católica, com base nos ensinamentos cristãos, e sob esses ensinamentos e carisma são norteadas todas as suas finalidades e atividades. Fundado em 12 de agosto de 1949 por Dom Fernando Gomes dos Santos, então Bispo da Diocese de Aracaju.

Seu objetivo primeiro foi amparar os mendigos que viviam nas praças e ruas da nossa cidade, daí o seu nome: Serviço de Assistência à Mendicância – SAME. 

Sobre a Ação Cultural

A Ação Cultural é uma organização da sociedade civil pioneira em Sergipe no trabalho com dança moderna, audiovisual, teatro, cineclube e hip-hop, junto e misturado, voltado principalmente às crianças e adolescentes e jovens residentes na periferia de Aracaju e Região Metropolitana. Foi criada no ano de 2004 por artistas e produtores culturais emergentes, além de educadores envolvidos com atividades de ação cultural. Se organiza buscando empoderar agentes e grupos culturais que atuam na periferia realizando de forma colaborativa reuniões, pesquisas de diagnóstico, oficinas de elaboração de projetos, produção de artigos/release, divulgação on-line, organização de portfólios, promoção de fóruns de debates, oficinas e mostras artísticas.