sexta-feira, 27 de março de 2026

*Quem pega a visão? Fortalecer a cena hip-hop com recursos da Lei Aldir Blanc e da Lei Rouanet setorial

 É fortalecer a educação, a cidadania e a entrada de crianças e jovens no universo da poesia, da música, das novas tecnologias e mídias, do audiovisual, da pintura, da dança, da moda, do design, da produção e da gestão cultural. É assim que entendemos quando um jovem afirma: 'O hip-hop salvou a minha vida'. A Ação Cultural está junto com os companheiros e companheiras do Hip-Hop. 


Os artigos abaixo se conectam  com o programa acima:  Quem tem poder de influência e decisão, pegue a visão.. Ainda há tempo... Como afirma Criolo em uma de suas canções mais icônicas.



“A extrema-direita aprendeu que primeiro se conquistam as mentes, depois as urnas”. Entrevista com Franco Delle Donne

Em um mundo marcado pela crescente polarização política, aceleração tecnológica e redefinição dos marcos democráticos, a visão especializada se torna indispensável. Franco Delle Donne, pesquisador e jornalista, tornou-se uma referência sobre a ultradireita e o autoritarismo.

A entrevista é de David Valiente, publicada por Librújula, 24-03-2026. A tradução é do Cepat.

Nascido em Buenos Aires, em 1983, Delle Donne é doutor em Comunicação pela Universidade Livre de Berlim e mestre em Democracia e Governo pela Universidade Autônoma de Madri. Nos últimos anos, tem combinado pesquisa acadêmica com divulgação pública. Dirige o podcast Epidemia Ultra e colabora com veículos de comunicação como elDiario.es e El Orden Mundial, além de ministrar conferências.

Em seu ensaio Epidemia Ultra. Del fascismo europeo a Silicon Valley: Anatomía de un fenómeno que está conquistando el mundo (Península) traça as raízes ideológicas que conectam o fascismo europeu do século XX com as novas dinâmicas de poder emergentes no ecossistema digital. Propõe uma leitura ambiciosa e bem documentada: analisa as mutações discursivas, as estratégias culturais e o papel das plataformas digitais na consolidação de novas formas de radicalização política, levantando questões incômodas sobre o futuro das democracias liberais.

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IBGE alerta para quadro preocupante na saúde mental de adolescentes | Agência Brasil 



Atlas: Jovens até 24 anos, os mais beneficiados pela gestão Lula, são os que mais a rejeitam

Recorte do levantamento divulgado nesta quarta (25) é outro que carece de lógica. Grupo social é o mais contemplado pelo atual governo, mas quase 73% dizem não ao presidente.


https://revistaforum.com.br/politica/atlas-jovens-ate-24-anos-os-mais-beneficiados-pela-gestao-lula-sao-os-que-mais-a-rejeitam/?utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook

Decisão histórica nos EUA: um tribunal de Los Angeles responsabilizou Google e Meta pelo vício em redes sociais entre jovens. A acusação não é só sobre conteúdo, mas sobre os algoritmos que prendem usuários nas telas.

O veredito foi alcançado em um julgamento que envolveu o partido, após uma queixa apresentada por um californiano de 20 anos. As empresas: Discordamos. O que acontece agora?

A reportagem é de Arcangelo Rociola, publicada por La Repubblica, 02-09-2024. 

Uma decisão judicial em Los Angeles está prestes a mudar radicalmente o debate sobre plataformas online. O Google e o Meta foram considerados responsáveis ​​pelo vício em redes sociais entre jovens. O veredito foi proferido em um julgamento sobre o vício em redes sociais. O processo teve origem em uma queixa apresentada por uma jovem californiana de 20 anos que alegou que o YouTube (Google) e o Instagram (Meta) alimentaram sua depressão, levando-a a ter pensamentos suicidas desde a infância.

A acusação feita contra a Meta e o Google não se refere apenas ao conteúdo hospedado, mas também à forma como as plataformas são construídas. Os advogados da vítima apontaram o dedo para os algoritmos de recomendação, o próprio cerne das redes sociais, aquelas ferramentas que sugerem o que assistir para nos manter grudados nas telas. Mas eles também culpam o sistema de notificações e a falta de filtros que impeçam o acesso de menores a conteúdo potencialmente prejudicial.

O que acontecerá a seguir é altamente incerto. Espera-se que milhares de ações judiciais semelhantes sejam movidas, especialmente nos Estados Unidos. Enquanto isso, a decisão pode levar a Meta e o Google a revisarem seu projeto, desativando recursos cruciais para seu algoritmo de recomendação. Na prática, trata-se de uma decisão que confere às autoridades judiciais uma legitimidade sem precedentes e, embora seja uma decisão de primeira instância, elas agora poderão impor restrições severas.

O caso de Los Angeles envolve uma jovem de 20 anos que afirmou ter se viciado nos aplicativos ainda jovem devido ao seu design atraente. A promotoria focou no design da plataforma em vez do seu conteúdo, dificultando que as empresas se esquivem da responsabilidade. Segundo o Pew Research Center, pelo menos metade dos adolescentes americanos usa o YouTube ou o Instagram diariamente.

Na última década, as principais empresas de tecnologia dos EUA têm enfrentado críticas cada vez mais severas em relação à segurança de crianças e adolescentes. O debate agora se deslocou para os tribunais e governos estaduais, já que o Congresso dos EUA desistiu de aprovar uma legislação abrangente para regulamentar as redes sociais.

Tanto a Meta quanto o Google criticaram a decisão de Los Angeles. A Meta afirmou que discorda "respeitosamente" da decisão. A gigante da tecnologia usou as mesmas palavras que empregou após a outra decisão de ontem, no Novo México. Um porta-voz do Google, por sua vez, comentou que a decisão "interpreta erroneamente a natureza do YouTube, que é uma plataforma de streaming construída de forma responsável e não uma plataforma de mídia social".

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Hip Hop além de um movimento artístico, também e uma pedagogia social, popular e libertadora, especialmente nas periferias. Nos atuamos como um processo de educação não formal que conscientiza, humaniza e instrui, promovendo a transformação social e a valorização da identidade de jovens negros e periféricos.  Ter um governo popular e acredita e investir na educação popular #pedagogiderua.








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